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Aracaju é destaque nacional por baixo índice de infestação do Aedes aegypti 11 de Junho 9H:25
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Aracaju é destaque nacional por baixo índice de infestação do Aedes aegypti

Dados do Ministério da Saúde (MS) revelam que entre as capitais do Brasil, apenas três delas apresentam índices de infestação pelo Aedes aegypti satisfatórios: Aracaju, João Pessoa e São Paulo, o que significa que não devem enfrentar problemas ou risco de surtos para dengue, zika e chikungunya.

O trabalho de conscientização, através de palestras e promoção à saúde nas escolas, os mutirões nos campos, as coletas de pneus, o funcionamento do programa cata treco, a aplicação dos fumacês, a ação diária dos agentes de endemias, são algumas da ações que levaram ao resultado apurado pelo Ministério.

O planejanejamento dessas ações teve como base o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de outono e inverno, em que os dados foram coletados entre janeiro e março deste ano.

Segundo a diretora de Vigilância em Saúde (DVS) da SMS, Taise Cavalcante, o objetivo do levantamento é verificar o índice de infestação predial no município, e segue uma orientação do Ministério da Saúde.

“O MS considera apenas três LIRAas no ano. Porém, em Aracaju, a Prefeitura faz seis (a cada dois meses) para que possamos ter um controle maior da infestação do vetor. Nossos agentes de endemias visitam casas e estabelecimentos comerciais de bairros da capital em busca de possíveis focos de larvas do mosquito. Todo material coletado é encaminhado ao laboratório no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que confirma se realmente são do Aedes aegypti”, explicou Taise.

De acordo com o último levantamento considerado pelo MS, dos 42 bairros visitados de Aracaju, nenhum teve classificação de risco de epidemias, sendo 28 classificados em baixo risco e 14 bairros em médio risco.

O segundo LIRAa deste ano foi realizado de 5 a 9 de março, e registrou um índice geral de 0,9 em Aracaju, valor considerado como baixo ou satisfatório, em relação ao aparecimento de surtos ou epidemias.

*Com informações da Secretaria Municipal de Saúde

Foto: Ascom/SMS

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