Poder e Cotidiano em Sergipe
Barragens: Sergipe não deve ser atingido por rejeitos e monitoramento continua 28 de Janeiro 17H:48
PODER | Por Max Augusto

Barragens: Sergipe não deve ser atingido por rejeitos e monitoramento continua

Os estudos têm sido feitos desde a data do desastre e, de acordo com essas análises, a possibilidade de Sergipe ser atingido diretamente pelo material tóxico despejado no meio ambiente é mínima

Desde o rompimento da barragem 1 do complexo Mina do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho (MG), na última sexta-feira (25), equipes técnicas da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), da Superintendência dos Recursos Hídricos da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (Sedurbs) e da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) estão analisando a situação com o objetivo de minimizar toda e qualquer possibilidade de impacto ambiental e, também, de desabastecimento de água em solo sergipano.

Os estudos têm sido feitos desde a data do desastre e, de acordo com essas análises, a possibilidade de Sergipe ser atingido diretamente pelo material tóxico despejado no meio ambiente é mínima.

Segundo o diretor de operações da Deso, Carlos Anderson, antes de chegar ao estado, o Rio São Francisco passa por diversas outras barragens e algumas usinas nos estados de Minas, Bahia e Pernambuco. Fator que, nessa primeira observação, diminui consideravelmente a probabilidade de continuidade do fluxo dos materiais minerais.

“O rio possui diversas barragens e usinas e, em cada uma delas, existe um processo de decantação - como é chamado o método aplicado na separação de materiais sólidos dos líquidos - e, por conta disso, dificilmente chegará algum rejeito dessa barragem em território sergipano”, explica.

No entanto, o monitoramento continua sendo feito. “O monitoramento é constante, sobretudo no que diz respeito à qualidade da nossa água.

Temos a impressão de que, devido à distância e grande número de usinas e barragens em todo o percurso do Rio, esta lama não chegará até nós. Mas, mesmo assim, continuamos em alerta”, disse o superintendente da Sedurbs, Olivier Chagas.

Barragens sergipanas

Sergipe possui 13 barragens. Entre elas, oito são administradas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e cinco sãos geridas pelo estado, por meio da Deso e da Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Irrigação de Sergipe (Cohidro).

Apesar de ter sido noticiado que uma das barragens sergipanas estariam em risco, a Superintendência do Meio Ambiente garante que essa possibilidade é nula.

"Não há ruptura alguma. Não há hipótese de perigo dessa natureza em nenhuma de nossas barragens. Nosso trabalho de intervenção tem sido constante. Em todas os nossos estudos e análises, nenhuma irregularidade em nossas estruturas foram encontradas", assegurou Olivier Chagas.

 

 

Da Agência Sergipe

Foto: Marcelle Cristinne/ ASN

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