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12 de Janeiro 8H:00
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Governador defende manutenção de empregos e continuidade do Projeto Carnalita

Após Mosaic Brasil adquirir a Vale Fertilizantes, Jackson recebeu o presidente da multinacional para tratar dos interesses do Estado

O governador Jackson Barreto recebeu ontem, no Palácio dos Despachos, o presidente da Mosaic Brasil, Rick McLellan, e o diretor de Sustentabilidade, Arthur Liacre.

A Mosaic Fertilizantes, maior produtora global de fosfatados e potássio combinados, concluiu, nesta semana, o processo de aquisição da Vale Fertilizantes, que pertencia a Vale S.A.

Em Sergipe, a venda envolve o projeto Carnalita e a Usina Taquari-Vassouras. Foram investidos US$ 2,5 bilhões na aquisição.

Na oportunidade, o governador foi informado da manutenção das operações e perspectivas de crescimento da empresa em Sergipe.

“O governo fez um apelo, primeiro com a preocupação da manutenção e ampliação do projeto, da garantia dos investimentos, principalmente dos empregos e, também, cobramos para que o projeto Carnalita se transforme em realidade. Eles acenaram que vão estudar o projeto neste ano, tanto com relação ao mercado, como a operacionalização do projeto, comparar a produtividade da empresa aqui com o padrão nas demais unidades que eles têm espalhadas no mundo”, disse Jackson.

O presidente da Mosaic Brasil, Rick McLellan, explicou que nos próximos dez meses o grupo avaliará os projetos da empresa de fertilizantes em Sergipe.

“Gostamos da área. Temos uma companhia focada na área de fosfato e potássio globais, no Canadá, Estados Unidos, Arábia Saudita, Peru, Paraguai e aqui no Brasil. Investimos mais de US$ 2 bilhões para comprar a Vale Fertilizantes e precisamos avaliar os projetos para analisar a ideia da Carnalita. Aproximadamente daqui a um ano, poderemos falar com mais precisão sobre este projeto”.

Atualmente, a Mosaic tem a principal mina de Carnalita em operação no mundo. A expertise da empresa poderá facilitar a produção em Sergipe.

“Temos outra mina de Carnalita no Canadá. Por mais ou menos 35 anos produzimos o mesmo tipo de mina de solução. A situação com o potássio aqui é diferente de lá, mas sistema é o mesmo. Isso vai nos ajudar a analisar a viabilidade do projeto aqui”.

*Com infomações da Agência Sergipe

Foto: Agência Sergipe

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